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Quem tem medo do lobo mau (ou mal?)

dia-a-dia

A nossa tão judiada língua portuguesa foi alvo de uma pesquisa recente objetivando descobrir os erros ortográficos e gramaticais mais comuns que ocorrem em todos os meios de comunicação. Listamos alguns abaixo para fins de esclarecimento:

- Para "mim" fazer. Ora, mim não faz, pois não pode ser sujeito. Assim, o correto sempre é: "Para eu fazer", "para eu escrever", "para eu trazer".

- "Existe" muitas pessoas. O plural deve ser empregado normalmente, assim como ao usar os verbos bastar, existir, faltar, sobrar, restar: Existem muitas pessoas. / Faltavam poucas horas para o fim do expediente. / Restaram algumas boas ideias.

- "Há cinco anos atrás." Redundância. Tanto "há" como "atrás" indicam passado; use apenas uma das expressões: Cinco anos trás. / Há três anos.

- "Fazem três anos que não o vejo". Fazer, quando indica tempo, é impessoal. Portanto: "Faz três anos que não o vejo."

- "Ela era meia louca." O advérbio meio não varia; portanto: "Ela era meio louca." O mesmo vale para "menos". "Havia menos laranjas", e não "menas laranjas"

- "Os honorários serão às custas da empresa." O certo é: "Os honorários serão à custa da empresa."

- "Segue currículo em anexo." O correto é: "Segue currículo anexo (ao e-mail, ao documento, à carta, etc.)

- "Mau humorado", "lobo mau", "mal cheiro". Mal opõe-se a bem, e mau opõe-se a bom. Simples assim. 

Esse blog poderia ser infinito, não? Listaremos mais alguns dos erros ortográficos e gramaticais mais cometidos em outro post para não nos alongarmos demais. E, lembre-se: nossa empresa de tradução tem profissionais qualificados, que conhecem e respeitam as normas da língua portuguesa. Não passe vergonha por causa desses erros: consulte um profissional!



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