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A (sutil?) diferença entre funcionaram e funcionarão

dia-a-dia

No último sábado, dia 16 de fevereiro, acessei o website do UOL por volta das 18 horas para me atualizar quanto às notícias do dia. Com frequência leio as notícias do UOL, porque considero seu conteúdo confiável, mas há tempos tenho notado a má qualidade (e sempre descrescente) dos textos. Alguns de meus amigos, colegas e colaboradores também comentam, de tempos em tempos, os erros cometidos por este website, ligado a um dos maiores jornais do país, a Folha de São Paulo. Porém, nunca havia me deparado com erro tão grosseiro quanto neste dia.

Nesta data específica teria fim em São Paulo o horário de verão, o que significa atrasar os relógios em uma hora à meia-noite do sábado. Assim, "ganhamos" uma hora a mais neste dia. Em vários websites e reportagens televisivas chamou-se a atenção para este fato. Mas o UOL chamou a atenção para o fim do horário de verão com um erro grosseiro de português.

A manchete dizia:

Com o fim do horário de verão, os trens em São Paulo funcionaram uma hora a mais.  

Ora, como ainda era pouco mais de seis horas da tarde naquele momento, o dia estava longe de acabar. Fiquei imaginando se a circulação dos trens na cidade havia sido interrompida naquele dia. Resolvi, então, acessar a matéria completa para entender porque, às 18 horas da tarde, a notícia tratava deste fato (que aconteceria dali a algumas horas) no tempo passado.

Para minha surpresa, a notícia dizia que "os trens vão funcionar uma hora a mais hoje por conta do fim do horário de verão". Então, a manchete do UOL deveria ter sido "com o fim do horário de verão, os trens em São Paulo funcionarãouma hora a mais", e não "funcionaram".  Será que é tão sutil assim a diferença entre o tempo passado e o tempo futuro? Alguns leitores do UOL começaram a postar reclamações sobre este erro, e depois de uma hora o website finalmente consertou a grafia do verbo para o tempo futuro.

Comecei então a divagar sobre a pobre formação dos jornalistas de hoje. E cheguei à conclusão de que pobres somos nós, leitores, tão mal informados que podemos ser induzidos a erros!

Caros profissionais: atualizem-se quanto à nossa Língua Portuguesa, tão maltratada! Existem muitos manuais de redação, estilo, ortografia e gramática no mercado, alguns a preços mais em conta. Vale a pena o investimento! É muito triste ver aqueles que deveriam prezar pela nossa língua assassinando-a tão enfaticamente nos meios de comunicação.

Por isso, insisto em bater sempre na mesma tecla: recorra a um profissional para suas traduções e revisões de texto. Não corra riscos! É melhor investir em um serviço profissional do que ficar embaraçado perante seus clientes. Consulte a nossa empresa de tradução agora mesmo e faça um orçamento sem compromisso. Lembre-se: o barato pode sair muito caro!



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